REUNIÃO

Ministério da Saúde faz encontro virtual com coordenadores de tuberculose e pontos focais de micoses

CGDR/DCCI fez balanço de 2021 e apresentou metas para 2022

08.12.2021 - 17:49
21.12.2021 - 12:55

[node:title]

O Ministério da Saúde realizou na segunda-feira (6) reunião virtual para fazer um balanço das atividades realizadas pela Coordenação Geral de Doenças de Transmissão Respiratória de Condições Crônicas do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (CGDR/DCCI) em 2021 e apresentar as prioridades e metas para 2022.

A coordenadora-geral da CGDR, Fernanda Dockhorn, apresentou a estrutura organizacional do DCCI e as metas pactuadas. Ressaltou, também, as prioridades do Departamento para 2022, incluindo a ampliação do tratamento antirretroviral em novos casos de coinfecção TB-HIV, o fortalecimento do diagnóstico, tratamento e vigilância da TB, e a importância de estratégias voltadas ao aumento da cura de pessoas acometidas por TB.

Sobre a questão da Proteção Social, a consultora técnica Patrícia Sanine destacou a importância do Acordo de Cooperação Técnica SUS-SUAS (nº 60/2021) para apoiar o desenvolvimento de ações voltadas para a proteção social de pessoas acometidas pela tuberculose.

Testes rápidos

A técnica Patrícia Bartholomay abordou a variação nos dados do Brasil e dos estados e do Distrito Federal entre 2019 e 2021, dando ênfase para a queda de 10% da notificação de novos casos de tuberculose no primeiro ano da pandemia (2020). Ela fez uma atualização do Panorama Epidemiológico da Tuberculose e os efeitos da pandemia da covid-19 no Brasil. “A realização dos Testes Rápidos Moleculares para tuberculose (TRM-TB) atingiu, em setembro de 2021, mesmo patamar de testagem de 2019. No entanto, outros exames, como a baciloscopia e cultura, essenciais para o diagnóstico da doença, ainda estão abaixo do esperado”, comentou.

A atualização do quantitativo de participantes da Rede de Teste Rápido Molecular para Tuberculose (RTR-TB) foi apresentado pela consultora técnica Nicole Menezes. “São 263 equipamentos para realização de TRM-TB, distribuídos em 213 laboratórios, em 138 municípios brasileiros”, enfatizou.

A consultora também destacou o trabalho da CGDR para conseguir ampliar o número de equipamentos de TRM-TB com contrato de manutenção e para ampliar ainda mais a rede de diagnóstico por biologia molecular, responsável por menos de 50% do diagnóstico laboratorial dos casos novos de TB (42,2%) e que hoje utiliza 23% da capacidade total dos equipamentos em funcionamento na RTR-TB.

Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis

Típo da notícia: Notícias do DCCI