Portal sobre aids, doenças sexualmente transmissÃveis e hepatites virais
O tratamento com medicamentos antirretrovirais em crianças e adolescentes geralmente começa com uma combinação de três remédios. Ao planejar o início da terapia, deve-se considerar:
Mudanças de medicamentos
Como o tratamento serve para controlar a multiplicação do vírus e permitir a recuperação do sistema imunológico, a resposta do organismo precisa ser monitorada desde o início. Caso não esteja dando os resultados esperados, é necessário trocar combinação dos medicamentos, chamado de esquema de terapia. Nos casos dos jovens, a mudança deve ser especialmente cuidadosa e deve-se procurar a causa do problema. Se foi por falta de adesão, poderá resultar em trocas frequentes e rápido esgotamento das opções de tratamento.
Quando o remédio não é necessário
Recomenda-se consultas a cada um a dois meses para crianças e adolescentes sem indicação de uso de medicamentos. Eles também precisam fazer exames físicos e de laboratório com frequência, pois esse monitoramento pode encontrar alguma infecção ou outro sintoma de que a doença está avançando. E, com isso, não se compromete a qualidade de vida do paciente.
Transição da pediatria para a clínica de adultos
A fase da transição tem sido vista como uma fase na qual muitos jovens abandonam do tratamento. Para não prejudicar o tratamento, é indicada uma transição gradativa. Nesse período, os adolescentes continuam sendo atendidos no local que estavam acostumados, mas por clínicos preparados para recebê-los. A idade para o começo e fim dessa transição não é definida. Alguns programas sugerem que o tema comece a ser falado com os adolescentes aos 12 anos.
Veja também
Recomendações de tratamento em crianças e adolescentes infectados pelo HIV
Tags: adesão, aids, crianças e adolescentes, diagnóstico, HIV, medicamentos antirretrovirais, mudança de remédios, sem indicação, transição, tratamento