Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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Teste de sífilis

O diagnóstico laboratorial da sífilis é baseado em exames de microscopia e exames sorológicos.
Microscopia: A identificação do agente causador, o Treponema pallidum, pode ser realizada com uma coleta adequada de material nas lesões recentes (fases primária e secundária) pela técnica de microscopia em campo escuro ou pela Imunofluorescência direta , podendo observar-se as bactérias vivas e móveis.
Sorologias:

  • Sorologia não treponêmica: VDRL e RPR.
  • Sorologia treponêmica: FTA-abs, MHA-Tp ou TPHA, ELISA.

Na sífilis congênita, além dos exames acima, devem ser solicitados também o hemograma completo, raio X de ossos longos e exame do líquido céfalo-raquidiano ou líquor (LCR) para análise da celularidade, proteínas e a realização do VDRL. O VDRL do recém-nascido enquadrado na definição de caso deve ser realizado com sangue colhido de veia periférica, e não de cordão umbilical. Os exames treponêmicos podem ser reagentes até o 18º mês de vida, em razão da transferência passivade anticorpos maternos, e raramente são utilizados para a definição diagnósticas em crianças até essa idade.
Na sífilis congênita o comprometimento de vários órgãos e sistemas propõe que seja realizado o diagnóstico diferencial com exame de sangue para detectar a presença de organismos patogênicos e outras infecções congênitas, tais como rubéola, toxoplasmose, citomegalovirose, infecção generalizada pelo vírus do herpes simples e malária. Lesões mais tardias poderão ser confundidas também com sarampo, catapora, escarlatina, entre outras. As sorologias devem ser solicitadas as treponêmicas e as não treponêmicas.
 
Teste Rápido para Sífilis
O teste rápido para sífilis é um teste imunocromatográfico, treponêmico, de uso único para detecção de anticorpos específicos para Treponema pallidum. Pode ser realizado com amostra de sangue total, soro ou plasma.
Dentro da proposta de ampliação do acesso ao diagnóstico, o teste rápido para sífilis é utilizado em situações especiais e como triagem.
O Fluxograma para Pesquisa de Sífilis Utilizando Teste Rápido Treponêmico da Portaria nº 3.242, de 30 de dezembro de 2011 suas retificações deverão ser seguidas. De acordo com o fluxograma, obtendo-se resultado reagente no teste rápido para sífilis, há a necessidade de coletar amostra por punção venosa e encaminhar para o laboratório para que o Fluxograma Laboratorial para Pesquisa de Sífilis seja realizado (Portaria nº 3.242). Em situações específicas, em caráter de exceção, há a recomendação de tratamento somente com resultado do teste rápido reagente. Essas situações estão dispostas no Manual de Teste Rápido para Sífilis.

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais utiliza os seguintes testes para Sífilis: o Teste Rápido DPP Sífilis e o Teste Rápido Rapid Check Sífilis.
 

 
 

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