Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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Um corte ou uma pequena perfuração nas mãos pode passar despercebido como acidente de trabalho. Mas, no setor de saúde, são os pequenos ferimentos que escondem as lesões mais graves...

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DA REPORTAGEM LOCAL


Um corte ou uma pequena perfuração nas mãos pode passar despercebido como acidente de trabalho. Mas, no setor de saúde, são os pequenos ferimentos que escondem as lesões mais graves.
Provocados por manipulação de agulhas, cateteres intravenosos, lâminas e vidrarias e por contato com fluidos corpóreos, ferimentos inofensivos à primeira vista expõem o trabalhador a doenças como hepatite e Aids.
'Muitos profissionais vitimados por lesões na pele não notificam as ocorrências por não acreditarem na possibilidade de contaminação. As reais conseqüências desses casos ainda são desconhecidas, devido à ausência de registros e de programas de acompanhamento', diz Maria Helena Palucci Marziale, professora da USP e coordenadora da Repat (Rede de Prevenção de Acidentes de Trabalho com Material Biológico em Hospitais Brasileiros), instituição ligada à universidade.
Segundo dados recolhidos pela entidade, as vítimas dos acidentes com risco biológico são, predominantemente, mulheres, auxiliares de enfermagem, entre 20 e 29 anos (leia mais à pág. 3).
O Brasil tem quatro casos de soroconversão do HIV; nos Estados Unidos, segundo Marziale, os casos de HIV chegam a 191 e os de hepatite B, a 800 infectados. (AR)

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