Ministério da Saúde

Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Portal sobre aids, doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais


A- A+

Línguas

Padre e freira flagrados fazendo sexo em aeroporto

Conteúdo extra: Galeria de fotos

Religiosos da Igreja Católica estavam dentro de um Toyota, no Aeroporto de Malaui, na África. Polícia foi avisada após público ter flagrado a cena
 
Mais um escândalo envolvendo a Igreja Católica. Um padre e um freira foram flagrados fazendo sexo dentro de um carro no estacionamento do aeroporto Internacional de Lilongwe, a capital de Malaui, na África.
 
O sacerdote, de 43 anos, de Malaui, e a freira, de 26 e natural da Zâmbia, foram condenados a seis meses de prisão com trabalhos forçados, mas tiveram a pena reduzida. Os dois foram flagrados na noite de anteontem, quando estavam dentro de um Toyota Corolla, com os vidros fechados e revestidos por uma película que os escurecia, o popular insulfilm.
 
Delvin Maigwa, um dos porta-vozes da polícia local, descreveu a cena como ¿um espetáculo bizarro¿. Segundo Maigwa, após muitas pessoas se aproximarem do veículo e constatarem o fato, ¿o público avisou a polícia depois de ter visto o carro balançando de uma forma engraçada¿.
 
O caso foi julgado pelo juiz Arthur Mtalimanja. Num tribunal lotado, o magistrado assistiu os religiosos assumirem a culpa das acusações de ¿comportamento indecente em local público¿ e ¿conduta desordeira.¿ Chorando, a freira disse ao juiz que lamentava seu ¿lapso de consciência¿, enquanto o padre disse que, como um homem de Deus, aceitava o fato de que Satã o havia ¿tentado.¿
 
Mtalimanja aceitou as desculpas e reduziu a pena, mas afirmou que, como servidores de Deus, eram as últimas pessoas de quem se esperaria esse tipo de comportamento. ¿Eu vou condená-los a seis meses de prisão com trabalhos forçados, mas irei suspender a pena porque ambos mostraram arrependimento¿, sentenciou o juiz.
 
            Tanto o sacerdote quanto a freira foram alertados de que, se voltarem a cometer o mesmo tipo de comportamento, poderão ser condenados até 18 meses de cadeia e não serão perdoados.

Tags: