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Ações para ampliar a testagem •
Organização
das unidades de saúde •
Documentos
e publicações
Ações do Ministério da Saúde para
ampliar a capacidade de testagem do SUS
Ações de mobilização
O Ministério da Saúde reconhece que a ampliação
do diagnóstico do HIV é uma questão complexa
e que sem o apoio de todos os profissionais de saúde, especialmente
dos profissionais da atenção básica, não
teremos resultados. E essa adesão só é possível
com o comprometimento dos gestores de saúde. Por isso, há
algum tempo, o Programa de Aids e o Departamento de Atenção
Básica discutem a estratégia de mobilização
para o diagnóstico junto a todas as esferas de governo e
à sociedade civil organizada. Desde o ano passado (2002),
o tema diagnóstico do HIV está presente nas reuniões
da Tripartite e do Conass e Conasems.
Campanha Fique Sabendo
A proposta de campanha acordada junto a essas esferas foi de uma
ação crescente e contínua, de modo a garantir
tempo para a organização dos serviços de saúde.
Para responder a essa necessidade, foi criado o movimento “Fique
Sabendo”, que estimula a mobilização da sociedade
em favor do diagnóstico do HIV. Seu principal objetivo é
incentivar a população a realizar, de forma consciente
e espontânea, o teste anti-HIV. Para identificar o movimento,
foi criada uma marca que simboliza o conceito.
A marca
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Esta marca foi escolhida em um concurso promovido
pelo Ministério da Saúde.
A marca passa a seguinte mensagem: “Não importa
se o seu teste deu positivo ou negativo, você pode ser
feliz de qualquer jeito”.
Ela foi apresentada ao público na edição
Outono/Inverno 2003 do São Paulo Fashion Week. Desde
então, várias ações foram realizadas
com o objetivo de ampliar o diagnóstico do HIV. |
Elaboração de ata de registros de preços
dos testes anti-HIV
A aquisição dos kits para o diagnóstico laboratorial
da infecção pelo HIV poderá ser feita por meio
da ata de registro de preços, cuja finalização
do processo está prevista para o mês de setembro.
A ata de registro é um instrumento que permite que os órgãos
públicos adquiram os testes pelo preço registrado
junto ao Ministério da Saúde, que costuma ser muito
inferior aos preços praticados para Estados e municípios.
Financiamento do Diagnóstico laboratorial da infecção
pelo HIV
Encontra-se em tramitação uma portaria da Secretaria
de Atenção à Saúde do Ministério
da Saúde (SAS/MS), que dispõe sobre o pagamento dos
testes para o diagnóstico laboratorial da infecção
pelo HIV como procedimento estratégico, por meio do Fundo
de Ações Estratégicas e Compensação
– FAEC. Tal ação possibilita o pagamento dos
testes sem onerar os tetos financeiros dos Estados e municípios.
Você poderá encontrar informações sobre
como utilizar a ata de registro de preços e outros meios
de aquisição de materiais no “Guia
para Aquisição de Materiais para Diagnóstico
Laboratorial do HIV de Apoio ao Gestor”, que
será enviado em breve.
Alteração do fluxograma do diagnóstico
laboratorial da infecção pelo HIV
O novo fluxograma
de testes para o diagnóstico laboratorial da infecção
pelo HIV, instituído por meio da Portaria
59/GM/MS (de 28/01/2003), facilita a conclusão
do diagnóstico negativo, após a realização
de somente um teste. O fluxograma utilizado anteriormente definia
como obrigatória a realização de dois testes
distintos para a conclusão do diagnóstico negativo.
Essa alteração possibilita quase duplicar a capacidade
dos laboratórios em realizar os testes, além de reduzir
o custo do diagnóstico por indivíduo.
Capacitação de profissionais de laboratórios
centrais de saúde pública
Os técnicos dos Laboratórios Centrais dos 16 Estados
das regiões Norte e Nordeste foram capacitados para a implantação
da Portaria 59/GM/MS, aí incluindo-se o novo fluxograma de
testes para o diagnóstico laboratorial da infecção
pelo HIV. Os técnicos das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
estão sendo capacitados neste mês de setembro. Esses
laboratórios cujos técnicos foram ou estão
sendo capacitados devem promover a replicação dessa
capacitação para os laboratórios públicos
e conveniados integrantes da rede de diagnóstico no âmbito
de sua esfera de atuação.
Campanha de comunicação
Considerando os dados comportamentais e epidemiológicos,
a audiência e as mensagens da campanha na TV serão
destinadas à população em geral, sexualmente
ativa, com mais de 20 anos e de baixa escolaridade (classes D e
E).
A campanha contará também com spots para rádio,
cartazes, mala-direta para médicos, anúncios para
revistas de veiculação nacional e materiais impressos
dirigidos a profissionais de saúde e a outras populações
específicas, que serão enviados para os Estados e/ou
municípios.
Saiba mais sobre a campanha pelo telefone (61) 448-8016/8018.
O Ministério da Saúde está disponibilizando
o Disque Saúde para dúvidas e sugestões sobre
a ampliação de diagnóstico de HIV/AIDS no telefone
0800 61 1997.
Além dessas peças produzidas pelo Ministério
da Saúde, vale a pena lembrar que outros parceiros também
ingressaram na mobilização desde janeiro de 2003.
Entre eles estão emissoras de televisão, artistas
e produtores, como Marlene Matos, que preparou uma campanha para
ser veiculada em setembro. |