A Política Nacional de aids para conter o avanço da epidemia no Brasil preconiza o uso do preservativo como a forma mais eficiente de prevenção às DST e à aids. O uso correto e sistemático de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma efetividade estimada de 95% na prevenção da transmissão das DST e da aids.
A estabilização das taxas de prevalência do HIV certamente está associada às mudanças de comportamentos, práticas e atitudes da população brasileira frente às questões relacionadas à transmissão do HIV.
A aids no Brasil tem-se configurado como sub-epidemias, tendo atingido, de forma bastante intensa, entre outros grupos, os Usuários de Drogas Injetáveis (UDI). Por esse motivo, atenção especial foi concentrada nesse público. O Ministério da Saúde e o Programa Nacional de DST e aids têm apoiado ações de redução de danos, desde 1994, com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Controle Internacional de Drogas - UNDCP. Ações políticas têm sido desenvolvidas no sentido de que as Secretarias de Saúde se responsabilizem pela aquisição dos kits de redução de danos.