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Epidemiologia
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 HIV
 Veja também
  Pesquisas entre conscritos do Exército Brasileiro: Retratos do comportamento de risco do jovem brasileiro à infecção pelo HIV 1996 - 2002

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  Epidemiologia e Serviços de Saúde – Revista do Sistema Único de Saúde
  Este número especial da revista de Epidemiologia e Serviços de Saúde apresenta sete artigos premiados no Concurso Nacional de Artigos Científicos sobre HIV/Aids, realizado em dezembro de 2003.

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  Documentos e Publicações
  Relatório: Oportunidades perdidas na detecção precoce do HIV na gestação: resultados do Estudo Sentinela-Parturiente, Brasil, 2002

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  Relatório: Vigilância do HIV, Sífilis e Hepatites em Parturientes - estudo de prevalência 2004.

 DOC [85 KB]

Estima-se que cerca de 593 mil pessoas vivam com HIV ou aids no Brasil. Segundo parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil mantém sua posição, entre os países com epidemia, concentrada (quando o número de casos, novos ou antigos, em qualquer população de risco é maior que 5%, mas menor que 5% nas populações que não apresentam condutas de risco), com prevalência da infecção pelo HIV de 0,61% entre a população de 15 a 49 anos, sendo 0,42% entre as mulheres e 0,80% entre os homens.

A estabilização das taxas de prevalência do HIV certamente está associada às mudanças de comportamento e às práticas e atitudes da população brasileira frente às questões relacionadas à transmissão do HIV. O uso consistente do preservativo é a medida considerada mais eficiente para impedir a transmissão do HIV pela via sexual. Estudos com jovens de 17 a 21 anos, conscritos do Exército Brasileiro, mostram que o uso de preservativo, com parceiro eventual, vem aumentando nos últimos anos. Destaca-se, também, o aumento observado no uso de preservativos entre os jovens em sua primeira relação sexual.

O índice de comportamento sexual de risco (ICSR) diminuiu no período entre 1999 e 2002. Esta diminuição é mais expressiva entre homens que fazem sexo com outros homens (HSH) e usuários de drogas injetáveis (UDI).

Entre os principais fatores de vulnerabilidade  ao HIV estão: a falta de conhecimento sobre as formas de transmissão e proteção; o uso inconsistente ou a falta de uso de preservativos; e a multiplicidade de parceiros sexuais. Dados da Pesquisa de Conhecimento, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP-BR), realizada em 2004, mostram que quase 91% da população brasileira, com idades entre 15 e 54 anos, citou espontaneamente a relação sexual como forma de transmissão do HIV e 94% citou o uso de preservativo como forma de prevenção da infecção. O conhecimento foi maior entre as pessoas de 25 a 39 anos, entre os mais escolarizados e entre as pessoas residentes nas regiões Sul e Sudeste. Além disso, quase 90% da população brasileira de 15 a 54 anos relatou já ter tido alguma relação sexual na vida e, destes, 81% eram sexualmente ativos no ano anterior à realização da pesquisa. Dos ativos, quase 20% relatou ter tido mais de 10 parceiros na vida e 4%, mais de cinco parceiros eventuais no último ano. Entre os jovens de 15 a 24 anos, essa proporção alcança 7%.
 
Ainda de acordo com a PCAP-BR de 2004, os indicadores relacionados ao uso de preservativos mostram que aproximadamente 38% da população sexualmente ativa usou preservativo na última relação sexual, independentemente da parceria. Essa proporção chega a 57% quando se consideram apenas os jovens de 15 a 24 anos. O uso de preservativos na última relação sexual com parceiro eventual foi de 67%. No que diz respeito ao uso consistente de preservativos, ou seja, ao uso em todas as relações sexuais, aproximadamente 25% da população sexualmente ativa, de 15 a 54 anos, relatou uso regular de preservativo no último ano, atingindo 51,5% quando se considera o uso com parceiro eventual. Vinte e oito por cento da população sexualmente ativa já havia se testado para o HIV alguma vez na vida. A cobertura da testagem é maior entre as mulheres sexualmente ativas (35%) do que entre os homens (21,4%) devido, principalmente, ao incentivo à realização do teste anti-HIV durante o pré-natal.

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Comportamento de risco dos conscritos do Exército Brasileiro, 1998: uma apreciação da infecção pelo HIV segundo diferenciais sócio-econômicos.
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Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil
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Estimativa do número de crianças (0-14 anos) infectadas pelo HIV, Brasil, 2000
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Estimativa do Número de Indivíduos de 15 a 49 anos Infectados pelo HIV, Brasil, 2000.
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Oportunidades perdidas na detecção precoce do HIV na gestação: Resultados do Estudo Sentinela-Parturiente, Brasil, 2002
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Pesquisa entre os conscritos do Exército Brasileiro, 1996-2000
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Quantitativo do número de sítios segundo corte. Rede Sentinela Nacional.Brasil. 1997-1999.
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Relatório: Conscritos do Exército do Brasil, 2002
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Resultados positivos por clínica. Rede Sentinela Nacional. Brasil. 1997 - 1999
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