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Tratamento de DST
   Formas de tratamento   Consensos de terapia   Medicamentos   Prêmio em Controle das DST 
 Formas de tratamento
  Cancro mole   Candidíase vaginal   Condiloma acuminado/HPV   Donovanose   Escabiose   Gonorréia   Hepatites virais   Herpes genital   Infecção por clamídia   Linfogranuloma venéreo   Molusco contagioso   Pediculose pubiana   Sífilis   Sífilis congênita   Tricomoniase
  Gonorréia

É a infecção causada pelo gonococo. Após a contaminação, essa DST leva, em geral, apenas dois dias para se manifestar. Ou seja, seu tempo de incubação é muito curto. A bactéria afeta principalmente a uretra masculina e, na mulher, o canal do colo do útero (canal cervical), causando a uretrite ou a cervicite, respectivamente. A secreção produzida é geralmente volumosa e purulenta.

O tratamento é relativamente simples. É feito, exclusivamente, com antibióticos específicos cuja escolha dependerá de fatores, tais como: a idade, o estágio da doença, se a mulher está grávida ou se o paciente apresenta alguma outra doença genital, especialmente a infecção por clamídia. Se tratada na fase inicial, não acarreta maiores danos. Se ignorada ou tratada de forma inadequada, a gonorréia pode causar infertilidade. Especialmente entre as mulheres, este risco é grande, pois a infecção se apresenta de forma menos sintomática. O tratamento bem sucedido da gonorréia prevê, também, o tratamento do parceiro sexual, a fim de evitar a reinfecção.  No caso de gestantes não tratadas, com inflamação no colo do útero e candidatas a um parto normal, a infecção poderá afetar seriamente os olhos do recém-nascido, determinando, inclusive, a perda da visão. Por isso, ainda hoje, é recomendado o uso de colírio de nitrato de prata profilático, imediatamente após o parto.

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 Veja também
  Diretrizes para o controle da sífilis congênita.

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  Relatório de realização de VDRL nos procedimentos de parto em maternidades da rede SUS, segundo Município, UF e Região – jan. a nov. 2007

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  Portaria nº 156/06, de 19 de janeiro de 2006
  Dispõe sobre o uso da penicilina na atenção básica à saúde e nas demais unidades do SUS.

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  Relatório de realização do VDRL nos procedimentos de parto e curetagem pós-aborto em maternidades da rede SUS, segundo Município, UF, e região, no 3º trimestre de 2006

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  Plano Operacional - Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis

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  Rede de Ação em Doenças Sexualmente Transmissíveis da América Latina e do Caribe.

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  Portaria n° 766, de 21 de dezembro de 2004
  Expande para todos os estabelecimentos hospitalares integrantes do SUS a realização do exame VDRL para todas as parturientes internadas

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  Diretrizes para o controle da sífilis congênita: manual de bolso

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  Responsabilidades pactuadas na Comissão Intergestora Bipartite

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  Guia de Manejo Clínico do Paciente com HTLV

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