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Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

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Ator Fábio Assunção convida brasileiros a lutarem contra o preconceito

Conteúdo extra: Áudios


Tempo do áudio – 2'13''
 
Discutir o preconceito contra pessoas com Aids. Esta é a proposta da campanha 2010 do Dia Mundial de Luta contra a doença, comemorado no dia 1º de dezembro. Diversos artistas foram convidados pelo Ministério da Saúde para participar das ações deste ano. Eles tiraram fotos com jovens que têm a doença. O ator Fábio Assunção é um dos artistas que apoia essa luta. Para ele é importante participar deste trabalho para conscientizar que é possível, sim, conviver com uma pessoa com HIV ou Aids, sem pegar o vírus.
 
Fábio Assunção
 
“Eu acho que eu participar disso, é eu estar assinando embaixo desse meu sentimento, disso que eu acredito. Eu não estou aqui fazendo uma campanha, eu estou aqui sendo verdadeiro com o que eu realmente acredito. Eu não tenho preconceito, eu não vou deixar de ter uma amizade, porque uma pessoa tem X ou Y problema. Então, tudo que é nesse movimento, eu acho importante participar. Eu estou aqui para isso, para dizer que eu acredito nisso”.
 
A campanha do Ministério da Saúde deste ano é voltada para os jovens de 15 a 24 anos. A ideia é mostrar que as pessoas que vivem com HIV/Aids podem ter qualidade de vida, projetos, trabalho, família e sonhos. Tudo sem preconceitos. Para jovens, como Fabrício Stocker, de 20 anos, que vive na cidade de Cascavel, Paraná, é fundamental ter uma mobilização nacional que mostre essa realidade ao país.
 
Fabrício Stocker – Cascavel (PR)
 
“Primeiro de tudo é a conscientização, uma vez veiculando a linguagem do jovem, falando de uma linguagem diretamente para o jovem, com artistas que chama mais atenção ainda, mostrar que há jovens vivendo, e que os outros não precisariam se preocupar com isso, que pode se viver tranquilamente”.
 
Jovens que vivem com o vírus da aids, como Fabrício, tiraram fotos com vários artistas, para mostrar que Aids não se pega no beijo, nem no abraço, nem no carinho. Com o tema "Somos Iguais. Preconceito não", o trabalho vai resultar em uma exposição itinerante que vai circular pelo Brasil. Brasília e Fortaleza são as primeiras cidades a receber a exposição.
 
Reportagem, Cynthia Ribeiro

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